blog

A hipertensão arterial ou pressão alta é uma condição clínica caracterizada por níveis elevados da pressão sanguínea, a qual se encontra maior ou igual que 14 por 9. É uma doença relacionada à força anormal que o sangue exerce na parede dos vasos sanguíneos ao circular por todo o corpo. Esta doença decorre da perda progressiva da elasticidade da parede das artérias, que ficam como que contraídas, dificultando a passagem do fluxo sangüíneo.

A pressão alta ataca os vasos, coração, rins e cérebro. Os vasos são recobertos internamente por uma camada muito fina e delicada, que é machucada quando o sangue está circulando com pressão elevada. Com isso, os vasos se tornam endurecidos e estreitados podendo, com o passar dos anos, entupir ou romper. Quando o entupimento de um vaso acontece no coração, causa a angina que pode ocasionar um infarto. No cérebro, o entupimento ou rompimento de um vaso, leva ao “derrame cerebral” ou AVC. Nos rins podem ocorrer alterações na filtração até a paralisação dos órgãos. Todas essas situações são muito graves e podem ser evitadas com o tratamento adequado, bem conduzido por médicos.

 

Fatores de risco

 

A hipertensão é herdada dos pais em 90% dos casos. Entretanto, há vários outros fatores que influenciam os níveis de pressão arterial, entre eles:

  • Consumo de bebidas alcoólicas
  • Obesidade
  • Idade
  • Consumo excessivo de sal
  • Gênero e etnia (maior em homens, e em indivíduos de cor não branca)
  • Idade
  • Sedentarismo

 

Sintomas

 

A maioria das pessoas não apresenta nenhum sintoma. As queixas, quando presentes, são de dor de cabeça, principalmente na nuca, tonturas, zumbidos no ouvido e sangramento nasal. Estes sintomas são mais freqüentes nas crises e são causados por aumentos abruptos dos valores de pressão arterial. Já sintomas de palpitações, dor no peito, falta de ar e inchaço sugerem comprometimento cardíaco e maior gravidade da doença.

 

Diagnóstico

 

O diagnóstico se baseia em duas medidas da pressão arterial, numa situação de repouso, realizadas no consultório médico com um aparelho próprio para essa finalidade – o esfigmomanômetro. Como vários fatores psicológicos, como a agitação e o estresse, podem exercer influência sobre a pressão arterial, é fundamental uma avaliação médica em condições ambientais adequadas para o estabelecimento deste diagnóstico. Atualmente, há recursos laboratoriais adicionais para diagnosticar a doença, como a monitorização ambulatorial da pressão arterial (MAPA), que efetua medidas de seus valores por 24 horas, ao longo das atividades cotidianas e durante o sono. O teste ergométrico também verifica o comportamento da pressão antes, durante e após o esforço físico.

 

Tratamento

 

Uma vez feito o diagnóstico da hipertensão, o paciente deve primeiramente se submeter a mudanças de estilo de vida. As principais são:

  • Redução de peso.
  • Iniciar exercícios físicos.
  • Abandonar o cigarro.
  • Reduzir o consumo de álcool.
  • Reduzir consumo de sal.
  • Reduzir consumo de gordura saturada.
  • Aumentar consumo de frutas e vegetais.

 

Para muitos há necessidade adicional do uso de medicações anti-hipertensivas regularmente. Existem várias classes destes medicamentos que atuam de formas distintas para viabilizar ao final a diminuição do trabalho realizado pelo coração ao bombear o sangue para os vasos sanguíneos.  O tratamento deve ser monitorizado regularmente pelo médico, que determina a medicação mais indicada de acordo com a gravidade e fatores de risco de cada paciente.

 

Prevenção

 

Assim como ocorre na prevenção de várias doenças cardiovasculares, a manutenção de um estilo de vida saudável ajuda a evitar o desenvolvimento da pressão alta e suas complicações.  Como a pressão alta é geralmente uma doença assintomática, recomenda-se que toda pessoa, a partir dos 40 anos, visite um clínico ou cardiologista para a avaliação da pressão arterial e do estado geral de seu coração. Também na hipertensão, quanto mais precoce for o diagnóstico e tratamento, menores serão as conseqüências em órgãos-alvo da doença.

 

 

Para ler mais sobre Hipertensão Arterial,  clique aqui.
Para informações sobre exames  entre em contato.

 

O infarto ocorre quando o fluxo de sangue ao coração é totalmente bloqueado por um tempo prolongado de modo que parte do músculo cardíaco (coração) seja danificado, ou então morra.

 

Fatores de risco incluem:

 

  • Idade: homens acima dos 45 anos e mulheres com 55 anos ou mais tem maior propensão ao infarto;
  • Tabagismo;
  • Hipertensão;
  • Colesterol elevado;
  • Diabetes;
  • Histórico familiar de infarto;
  • Sedentarismo;
  • Obesidade;
  • Estresse;
  • Alcoolismo;
  • Uso de drogas ilegais estimulantes, como cocaína.

 

Sintomas

 

Boa parte dos casos de infarto não apresentam nenhum sintoma. Quando ocorrem, os sintomas podem durar de alguns minutos a algumas horas, podendo surgir, desaparecer e surgir novamente. Alguns sintomas que podem ocorrer:

  • Dor fixa no peito, que pode variar de fraca a muito forte, ou sensação de compressão no peito que geralmente dura cerca de trinta minutos;
  • Ardor no peito, muitas vezes confundido com azia, que pode ocorrer associado ou não à ingestão de alimentos;
  • Dor no peito que se irradia pela mandíbula e/ou pelos ombros ou braços (mais frequentemente do lado esquerdo do corpo);
  • Ocorrência de suor, náuseas, vômito, tontura e desfalecimento;
  • Ansiedade, agitação e sensação de morte iminente.

Nem todas as pessoas que tem um infarto sofrem os mesmo sintomas ou os mesmos danos ao coração. Muitos infartos não são graves nem dramáticos, podendo não apresentar sintomas ou sinais pouco específicos, como dor no queixo.

 

Diagnóstico

 

Saber analisar os sintomas de infarto é algo muito importante e que pode salvar uma vida. Porém, o diagnóstico final de que realmente houve um infarto agudo do miocárdio só vai ocorrer através de uma consulta médica, bem como a realização de uma série de procedimentos.

Entre os principais exames solicitados, estão:

  • Eletrocardiograma (também conhecido como ECG);
  • Exames de sangue;
  • Radiografia de tórax;
  • Ecocardiograma;
  • Angiografia;
  • Cintolografia do miocárdio;
  • Tomografia computadorizada;
  • Ressonância magnética;
  • Teste ergométrico (somente após o quadro estar totalmente estabilizado).

 

 

Tratamento

 

O tratamento de infarto varia de acordo com a situação. Você pode ser tratado com medicamentos, ser submetido a um procedimento invasivo ou ambos – dependendo da gravidade do seu estado e da quantidade de danos ao seu coração.

 

Em caso de suspeitas de que você (ou alguém próximo) está tendo um infarto:

 

  • Ligue para emergência e peça ajuda. Se você suspeita que está sofrendo um infarto, ligue para o SAMU ou outro número de emergência. Se você não tiver como fazer essa ligação, peça para alguém leva-lo até o hospital mais próximo – vá dirigindo apenas em último caso;

 

 

Para ler mais sobre Infarto  clique aqui.
Para informações sobre exames  entre em contato.
1 2 3 4 19
© 2018 - Laboratório Merisio