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O Teste do Pezinho ou Teste de Triagem Neonatal é um exame laboratorial obrigatório, que tem função de diagnosticar precocemente o risco para algumas doenças infecciosas, metabólicas e genéticas no recém-nascido.

 

Coleta

 

É colhido, preferencialmente, entre o terceiro e o quinto dia de vida.

 

Por que fazer o teste?

 

O teste é obrigatório e deve ser realizado para prevenir complicações de doenças que, no nascimento da criança, são assintomáticas.

Se essas doenças não forem diagnosticadas e tratadas com antecedência, a criança estará suscetível a inúmeros problemas, que podem ser graves e irreversíveis.

 

Tipos

 

Existem 4 tipos de Teste do Pezinho: básico, ampliado, plus e master.

Básico: sua  coleta é garantida por lei e é realizado em todos os serviços onde há maternidade. Pode detectar as seguintes doenças: Fenilcetonúria e outras aminoacidopatias, hipotireoidismo congênito, anemia falciforme e outras hemoglobinopatias.

Ampliado: Pode detectar as seguintes doenças: Fenilcetonúria e outras aminoacidopatias, hipotireoidismo congênito, anemia falciforme e outras hemoglobinopatias, hiperplasia adrenal congênita e fibrose cística.

Plus: Pode detectar as seguintes doenças: Fenilcetonúria e outras aminoacidopatias, hipotireoidismo congênito, anemia falciforme e outras hemoglobinopatias, hiperplasia adrenal congênita, fibrose cística, galactosemia, deficiência de biotinidase e toxoplasmose congênita.

Master: Pode detectar as seguintes doenças: Fenilcetonúria e outras aminoacidopatias, hipotireoidismo congênito, anemia falciforme e outras hemoglobinopatias, hiperplasia adrenal congênita, fibrose cística, galactosemia, deficiência de biotinidase, toxoplasmose congênita, deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase, sífilis congênita, citomegalovirose congênita, doença de Chagas congênita e rubéola congênita.

 

Para ler mais sobre o teste do pezinho,  clique aqui.
Para informações sobre exames  entre em contato.

 

 

A doença mão-pé-boca é uma infecção viral altamente contagiosa que ocorre mais frequentemente em crianças com menos de 5 anos, mas também pode ocorrer em adultos. É caracterizada por pequenas feridas na cavidade oral e erupções nas mãos e nos pés.

 

Transmissão

 

Transmitida pelo vírus Coxsackie, da família dos enterovírus, se espalha facilmente por meio de tosse, espirros e saliva, mas também pode ser transmitido pelo contato com fezes infectadas.

 

Sintomas

 

Geralmente, os sintomas surgem após 3 a 7 dias da infecção pelo vírus e incluem febre superior a 38ºC, dor de garganta e falta de apetite. Após 2 dias do surgimento dos primeiros sintomas, aparecem aftas dolorosas na boca e bolhas dolorosas nas mãos, pés e, por vezes, na região íntima, que podem coçar.

 

Diagnóstico

 

Nos pacientes que apresentam febre, úlceras orais e lesões nas palmas das mãos e plantas dos pés o diagnóstico é clínico, baseado nos sintomas, localização e aparência das lesões.

Nos casos atípicos, os exames da sorologia (exame de sangue) podem ajudar a identificar o tipo de vírus causador da infecção.

 

Tratamento

 

Ainda não existe vacina contra a doença mão-pé-boca. O tratamento deve ser orientado pelo pediatra ou clínico geral e pode ser feito com remédios para a febre, anti-inflamatórios, remédios para a coceira e pomadas para as aftas, com o objetivo de aliviar os sintomas. Em geral, como ocorre com outras infecções por vírus, ela regride espontaneamente depois de alguns dias. Os medicamentos antivirais ficam reservados para os casos mais graves. O ideal é que o paciente permaneça em repouso, tome bastante líquido e alimente-se bem.

O tratamento dura cerca de 7 dias e é importante que a criança não vá à escola ou à creche durante este período para não contaminar outras crianças.

 

Prevenção

 

Assim como em outras doenças virais, deve-se reforçar a higiene, lavando constantemente as mãos e uso de álcool gel quando não for viável usar água e sabão.  Ao chegar em casa da escola, o ideal é já tirar o uniforme e, se possível, tomar banho ou fazer uma higiene de rosto e mãos.

 

 

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